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Espetáculo DinoSarah fala de amor e normatividade com as crianças

  • Teatro infanojuvenil 'DinoSarah'

  • Teatro Décio de Almeida Prado

    R. Lopes Neto, 206 - Itaim Bibi, São Paulo - SP - Ver Mapa

  • De R$ 10 a R$ 20. Gratuito no dia 12/10

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Dinosarah Divulgação
  • Publicado em: 01.10.2019
da Redação

Dinosarah é uma jovem princesa do reino de Shalalantatantala. Apesar de uma adolescente e viver as questões típicas da idade, ela não é comum. Seu pai, Saulo, foi amaldiçoado pela bruxa Aldora como punição por seu comportamento mesquinho, e se transformou em um dinossauro antes de se casa com sua amada Bonita. Meio humana, meio dinossaura, Sarah nasce e cresce em um lindo castelo, levando uma vida de questionamentos e provocações, até ser convidada para participar de um concurso para eleger a mais nobre princesa da região. Intitulado como um conto de fadas moderno, o espetáculo estimula as crianças e os jovens a refletirem sobre padrões de comportamento, amor, rejeição, normatividade e construção de identidade.

Essa é a história da peça infantojuvenil “DinoSarah”, produção da Benvinda Cia, que reestreia no dia 12 de outubro – também conhecido como Dia das Crianças, às 16h, no Teatro Décio de Almeida Prado (Centro Cultural da Diversidade), no Itaim Bibi, zona oeste de São Paulo. Os ingressos para a primeira apresentação serão gratuitos. O espetáculo ficará em cartaz até o dia 27 de outubro, sempre aos sábados e domingos – com exceção dos dias 19 e 20. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), e estão disponíveis no site da Benvinda Cia., ou na bilheteria do local.

“Por meio do humor e da excentricidade, a peça se propõe a debater e questionar a realidade da criança e do pré-adolescente em uma atualidade tão permeada por sensibilidades, exigências e expressividades”, explica o autor e diretor, João Hannuch.

Sobre a Benvinda Cia

A Benvinda Cia. nasceu em 2016 a partir do desejo de participantes de diferentes grupos teatrais da Cultura Inglesa de aprofundar sua investigação em práticas artísticas. Pesquisadores de uma linguagem pop e contemporânea, a companhia já passou pelos mais variados universos: do sertão nordestino e a busca pelos sonhos impossíveis (Seja Benvinda, 2016), passando pela complexidade das relações amorosas com recorte LGBT (Limonada, 2017), a fragilidade da saúde mental no mundo contemporâneo (Eu Amo Robô, 2018), até o questionamento dos padrões de beleza no imaginário infanto-juvenil (DinoSarah, 2019). O grupo investe na colaboração entre seus atores-criadores e direção, criando dramaturgias completamente autorais que dialogam com o mundo contemporâneo.

Aviso

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