Curso no Sesc discute autonomia infantil e a criança nas cidades

Voltado para adultos, a proposta do curso é reunir interessados em refletir sobre a presença das crianças no ambiente urbano

Da redação Publicado em 08.10.2018

Qual a relação entre a infância e as cidades? Como equilibrar a necessidade de as crianças viverem livres, com espaço para se movimentar e descobrir, com a violência das ruas?

Para pensar junto em tudo isso, o Centro de Pesquisa e Formação (CPF) do Sesc São Paulo oferece, entre os dias 22 de outubro e 12 de novembro (sempre às segundas-feiras, das 14h às 17h), o curso “Cidades Inquietas: autonomia infantil e vida urbana. Serão quatro encontros com diferentes propostas de reflexão.

Voltado para adultos, a proposta do curso é reunir interessados em refletir sobre a presença das crianças no ambiente urbano. Além disso, discutir políticas públicas de desenvolvimento das cidades, falar sobre legislações no Brasil e no mundo que contemplem a necessidade de integrar a criança ao espaço urbano e compartilhar experiências e dúvidas sobre essa complexa relação entre infância e urbanismo.

As aulas acontecem no CPF, no Bela Vista, região central de São Paulo. O valor de investimento é de R$ 18 para associados do Sesc, R$ 30 para estudantes, professores da rede pública, pessoas com mais de 60 anos e aposentados, e R$ 60 inteira. As inscrições podem ser feitas pela internet, até um dia antes do início do curso. Clique aqui para se inscrever.

Confira a programação dos encontros:

  • Cidade e infância: uma relação complexa

Infância, espécie ameaçada;
Impactos de uma cidade anti-infância;
Desenvolvimento urbano: entre a legalidade e a legitimidade;
Da biodiversidade à monocultura.

  • Caminhando na cidade: abordagem e experiências de mobilidade infantil

Políticas públicas e instrumentos legais;
Reconhecimento de cidadania;
Mudança de sinais: a autonomia e a liberdade de movimentos;
Análise comparada: São Paulo, Madrid e Recife.

  • Representações sobre a infância na cidade: o caminho escolar

Cinema e TV;
Escola;
Família.

  • Urbe e infância: um diálogo possível

Elaboração de projetos: possibilidades de intervenção;
Mudando os sinais: a infância no positivo.

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