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Arte na infância: no Projeto GIZ, crianças pintam ruas de SP

A missão do Projeto GIZ, criado em 2017, é estimular a educação artística na infância e incentivar a arte como filosofia de vida
Projeto GIZ Projeto GIZ/André Ligeiro
  • Publicado em: 12.02.2019
  • Atualização: 15.02.2019
da Redação

Incentivar a arte como filosofia de vida. Esse é o mote do Projeto GIZ, criado em agosto de 2017 pela jornalista e produtora cultural Ana Garnier. Utilizando o giz, um material democrático e repleto de simbologias das infâncias, a iniciativa convida crianças e famílias a ressignificarem a rua e os espaços públicos como locais de convívio e aprendizado. Tudo isso por meio da experimentação lúdica da arte. Mas como? Rabiscando e colorindo as ruas de São Paulo.

O Lunetas conversou com Ana para conhecer mais de perto a ideia do projeto. Este ano, um dos braços da iniciativa, o Bloquinho do GIZ, vai desfilar pela segunda vez no carnaval de rua da capital paulista. No dia 23 de fevereiro, sábado, o Minhocão vai ser tomado por centenas de minifoliões com muito espírito criativo – na folia do ano passado, que foi a estreia do bloquinho do GIZ, o público ultrapassou a marca de cinco mil pessoas.

Projeto GIZ/André Ligeiro

A missão do Projeto GIZ, criado em 2017, é estimular a educação artística na infância e incentivar a arte como filosofia de vida.

Depois de dez anos trabalhando com comunicação e artes, a jornalista decidiu cursar Artes Plásticas na Escola Panamericana, em 2017, período que coincide com o nascimento do GIZ.

“A ideia é propor essa atividade do desenho livre e resgatar a infância menos tecnológica. Isso tem relação com a escolha do giz escolar como material. A proposta é reunir outros projetos que também sejam dedicados à infância e que tenham foco no resgate do brincar e que incentivem bebês e crianças menores ao contato com materiais naturais”, explica Ana.

Projeto GIZ/André Ligeiro

Bebês também fazem arte e são bem-vindos para participar do projeto.

“A arte é a expressão da história e da cultura do artista. Considera também seus valores estéticos de beleza, harmonia e equilíbrio. Quando incentivada desde a infância, transforma as vivências da infância, as emoções, a imaginação, em atividades estimulantes para o entendimento da criança sobre suas percepções de mundo. Por meio do desenho, da pintura, da modelagem até a escultura, do canto, da dança, do teatro ou de outras possíveis linguagens, a criança passa a compreender o universo que mora dentro de si e a se adaptar ao mundo ao redor com um olhar mais sensível.

(Fonte: Projeto GIZ)

“A sensibilidade torna a criança mais adaptável, mais preparada para improvisar, e, consequentemente, mais forte para enfrentar adversidades futuras”

Projeto GIZ/André Ligeiro

No projeto, o protagonismo da criança e também a sua participação cidadã são estimulados a partir da arte.

“O objetivo é fazer arte da maneira mais simples e democratizar o acesso, por isso escolhemos o espaço público”

O GIZ está em busca de parcerias nas áreas de arte e educação para alavancar seu alcance e atingir cada vez crianças com sua proposta lúdica e educativa de estreitar o contato com a arte desde a primeira infância. Para saber mais, acesse a página no Facebook.

O projeto também faz participações em eventos privados, mas continua o trabalho de fomentar atividades artísticas para crianças de qualquer idade e classe social, diferentes e semelhantes, interagindo por um interesse em comum: a arte.

Leia mais:

Movimento e som: a importância da arte no aprendizado da criança

Resumo

Utilizando o giz, um material democrático e repleto de simbologias das infâncias, o Projeto GIZ convida crianças e famílias a ressignificarem a rua e os espaços públicos como locais de convívio e aprendizado.
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