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Brincando junto: 25 brincadeiras para fazer em família

Jogo da memória, concurso de poses, tênis de bexiga, corrida do algodão, história maluca e até bailinho na sala. Vamos botar a família para brincar?
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  • Publicado em: 14.08.2015
  • Atualização: 23.07.2018

Brincar sozinho é fundamental para o desenvolvimento da criança, mas é nas brincadeiras coletivas que os pequenos aprendem aspectos fundamentais para um crescimento saudável, como o reconhecimento do outro, a noção de compartilhar e o respeito.

Quando as brincadeiras conjuntas acontece em família, ela também favorece os vínculos afetivos, responsáveis por estabelecer a segurança que a criança precisa para se tornar futuramente um adulto confiante de si.

Pensando nisso, nosso parceiro Tempojunto preparou uma lista com 25 brincadeiras bem simples para fazer em família. É só clicar em cada uma para saber como fazer. Vale para crianças a partir dos três anos, sem idade máxima estabelecida. O que vale é se divertir!

Quem sabe você não inaugura uma nova tradição e faz com que uma noite da semana tenha pelo menos 30 minutos dedicados a um momento brincante em família?

A brincadeira aqui é colocar cada coisa em seu lugar, e trabalhar a capacidade de memorização. Você vai precisar escolher um cômodo da casa que tenha bastante enfeites. No meu caso foi a estante da sala. Pode ser o armário de brinquedos, ou a estante de livros. Aí você vai pedir para a criança observar aquele lugar por 30 segundos ou 1 minuto (o tempo ideal depende da criança). Depois, você tira a criança da sala e muda 7 objetos de lugar. Depois você tira a criança da sala e muda 7 objetos de lugar. E aí, quem adivinha onde estava cada coisa?

Funciona assim: os participantes da brincadeira escolhem um cômodo da casa e se reunem lá. Todos ficam por alguns minutos olhando os objetos do lugar. Depois, uma pessoa é escolhida para ser vendada. Outra pessoa escolhe um objeto daquele cômodo e coloca na mão da pessoa com a venda, para que esta possa descobrir, apenas pelo tato, que objeto tem em suas mãos. Para ficar mais difícil, pode-se pular a parte em que se escolhe um cômodo específico e ficam valendo todos os objetos da casa. Se tiver muita gente para participar, pode-se dividir em grupos e ganha o grupo que acertar um maior número de objetos.

Um jogo em família é também uma ótima oportunidade de conhecer melhor o outro e de ensinar enquanto há diversão. É legal separar em equipes ou até mesmo jogar individualmente e ver as crianças com autonomia. Mais importante é enxergar neles uma maneira de criar vínculos – entre primos, irmãos, pais e filhos. Ludo, dama, xadrez, dominó, detetive, resta um: cada família terá o seu jogo preferido. O Tempojunto fez uma enquete para saber quais os jogos de tabuleiro preferidos dos leitores, uma chance ótima de se inspirar e escolher por qual começar.

O desafio é transferir as bolas de algodão de uma vasilha para a outra, com os olhos vendados e usando a colher. Quem transferir o maior número de bolas  dentro de um determinado tempo ganha. Não pode ajudar com a outra mão! No início parece fácil, porque a primeira vasilha está cheia de bolas. Só que elas são leves e não dá para sentir o peso direito. Com isso, as bolas vão sendo derrubadas para fora do pote e tudo o que você coloca na colher é ar! As crianças a-do-ra-ram!

Sabe aqueles pratos descartáveis que a gente sempre tem em casa? Basta colar um palito de picolé que ele vira uma raquete para um animado jogo de tênis com bexiga. Uma dica pra deixar a atividade ainda mais legal é  prender um fio em duas cadeiras para poder transformar a sala numa quadra de verdade. Assim, vocês têm um campo imaginário em casa. Diversão garantida!

Taí uma brincadeira super divertida para fazer com as crianças a partir dos 7 anos e que pode envolver um monte de gente. Nada mais é do que um jogo de perguntas e respostas para soltar a criatividade e a imaginação. Olha só como é fácil e divertido:

De todas as brincadeiras para fazer em família, essa talvez seja a que mais promove boas memórias de infância. O ritual de passar a noite em um espaço diferente, mesmo que seja dentro da própria casa, é imensurável para os pequenos. Malas prontas, lanternas na mão, sacos de dormir e vamos a caminho do acampamento na sala! Para as crianças, viajar para acampar ou montar a barraca no meio da casa, na varanda ou no quintal pode ser divertido da mesma forma. O que vale é a diversão de arrumar as coisas, ler uma história no escuro com lanternas e dormir juntos nos colchões ou sacos de dormir.

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Barracas, colchões, cabaninha de cobertor: vale tudo no acampamento familiar. Pode ser dentro de casa ou mesmo no quintal.

Contar histórias é uma ótima maneira de fortalecer os vínculos de afeto, além de estimular a imaginação e a criatividade. Vale ler uma história escrita por alguém, mas também inventar a sua própria, e pedir para os pequenos fazerem o mesmo. Tem muitos jeitos de brincar de histórias, e o Tempojunto nos ajuda com algumas ideias.

Minha primeira dica é a série Piadas Para Rachar o Bico, da editora Fundamento. São quatro volumes. A Carol a-do-ra! Até porque na capa tem o selo “Proibido para adultos”, então só ela pode ler, não é mesmo? Ela pega o livro, chama a gente para sentar na sala e começa um concurso de adivinhação entre mim e o pai. Quem acertar mais ganha! Saiba mais sobre piadas e adivinhas.

Lançamento de descanso de copos, matemática de dedinhos, bate na mão, ABC. Você conhece essas brincadeiras? Além de estimularem a coordenação motora, elas são super originais. O Tempojunto explica cada uma delas.

Você já se viu na situação de ter que entreter duas crianças de idades completamente diferentes? Essa sugestão é ótima para situações assim. Funciona assim: você recorta figuras de revistas e cola em um papel. Depois convida as crianças a completar os desenhos usando a imaginação. O resultado é muito legal.Você vai precisar de papel, cola, tesoura, material de colorir (lápis de cor ou canetinhas) e revistas.

Na mesa do restaurante, a brincadeira é desenhar um elemento de um filme, e os outros têm de adivinhar qual é. A caixa de pandora, a picareta do Anão Feliz, vale tudo para exercitar a imaginação.  Se no restaurante que você vai não tem papel nem giz de cera nas mesas, não tem problema. É só levar um bloquinho e canetinhas na bolsa. Isso mostra que em qualquer lugar é possível brincar.

A ideia aqui é imitar poses de um desenho. Você pode criar os seus próprios ou trabalhar em cima de alguns que já existem. O Tempojunto conta onde baixar e imprimir as suas poses. Depois, é convidar as crianças para copiar o que estão vendo. Um jeito superdivertido de brincar com o corpo e dar boas risadas.

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Parece fácil imitar as poses da figura, mas a graça aqui está justamente em errar e dar risada disso.

Esta sugestão de atividade é ótima para entrar no universo de personagens e filmes preferidos das crianças. A brincadeira consiste em escolher um tema, como por exemplo, filmes da Disney, e fazer um participante fazer perguntas sobre o tema para ver quem acerta. A criança pode optar por ficar no papel de quem pergunta ou de quem responde.

Brincar de origami é exercitar a concentração, a paciência, a coordenação motora e também a criatividade. Quem mostra como se faz um origami de macaco é a Carol, no Tempojunto, olha só como é divertido!

Para quem não lembra, o jogo é aquele em que uma pessoa tem que falar um número de 1 a 10 e quem está com o Come-Come na mão abre e fecha até fechar no número. A pessoa que falou o número então pede uma cor e aí quem está com o Come-Come lê a frase que está escondida no papel. Uma das melhores partes da brincadeiras é escolher as frases que vão para o jogo. Tem as coisas boas, como “Você é Linda” ou “Você receberá notícias boas”, e as coisas negativas, como “Você é bobo”. “Minha filha faz questão de dizer para as pessoas, antes de jogar  que, se sair alguma frase ruim, é só brincadeira. Ela não quer deixar ninguém magoado no fim”, conta a Patricia, do Tempojunto.

O jogo consiste em fazer perguntas para tentar descobrir que animal você é. “Tenho 4 patas? Tenho pelos? Sei voar?”. Cada participante pode fazer uma pergunta por rodada para tentar adivinhar. Se ele não souber o bicho, precisa esperar a sua vez para fazer uma nova pergunta. O legal é definir a regra de que só podem ser feitas perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Use pessoas ou personagens no lugar de animais para variar.  Se você tiver crianças pequenas e estiver difícil descobrir, ou se a criança for daquelas mais ativas e ficar impaciente, mude a brincadeira. Ao invés de fazer perguntas e respostas, dê pistas (como emitir o som feito pelo animal) ou faça mímica para que o jogador descubra o nome do animal que está na sua testa.

Que tal depois do jantar promover um mini-balada? Basta ligar o som, como músicas agitadas e botar o corpo para requebrar. Como estamos em casa, ninguém vai questionar nosso estilo de dança, então podemos inventar o concurso da dança mais esquisita, o baile dos bichos (onde cada um dança como se fosse um animal), siga o chefe dançando ou simplesmente pular a valer. Se você tive mais tempo para preparar, pode cobrir algumas luzes da casa com celofane colorido, pendurar pedaços de papel espelho e deixar as crianças vestirem fantasias ou criarem roupas especiais para a noite de balada.

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Que tal uma baladinha caseira com as crias na sala de casa?

A primeira coisa a fazer é  pegar um tubo de papel toalha ou papel alumínio e cortar ao meio, criando duas canaletas. Cada pessoa participante da brincadeira segura uma canaleta dessas. Aí colocamos uma bolinha daquelas pula-pula na canaleta e o objetivo é passar de um para o outro sem deixar cair. Você também pode fazer variações, como fazer o último da fila se mexer até ocupar o lugar do primeiro. Este tipo de jogo é perfeito para jogar com a família inteira! Quanto mais gente, melhor.

Funciona assim. Os participantes da brincadeira sentam em roda. A recomendção é sentar numa cama ou numa outra superfície macia porque o risco da câmera cair da mão de alguém é enorme (mas a risada vale o risco). Uma pessoa vai ligar o timer e partir daí a câmera vai rodar de mão em mão. Para ser um pouco menos tenso do que passar batata quente, e também para diminuir o risco da câmera cair das mãos, eu estabeleci a regra que cada participante precisa segurar a câmera, mira-la para si e falar “um” antes de passar para o próximo. Quem estiver com a câmera na hora em que a foto for tirada paga uma prenda.

Um baralho e algumas regras fáceis de serem memorizadas. E você tem mais 10 minutinhos com as crianças. Saiba mais sobre como brincar de jogo de cartas com os pequenos.

Primeiro você pega blocos de post-it coloridos e divide cada cor em três partes. Cada criança começa com as três partes da mesma cor. Em uma vamos desenhar a cabeça, na segunda o tronco e na terceira as pernas. Depois que cada um termina o desenho, é hora de misturar e ver como fica o resultado. Pode ter algum concurso para ver quem faz o boneco mais engraçado, mais bonito, mais maluco… e por aí vai.

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Essa atividade é ótima para fazer no restaurante ou em viagens, já que bastam canetinhas e post-it para a farra começar.

É só pegar um canudos e partir para uma animada Corrida de Algodão. Quem soprar mais rápido e forte, ganha. Parece fácil, mas o desafio é fazer com que um objeto tão leve “corra”, o resultado é superdivertido.

Essa dispensa apresentações. O mais divertido é apresentar para as crianças brincadeiras da infância de outros tempos. Aqui, vale usar a criatividade para inventar suas próprias categorias de coisas.

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10 ótimas brincadeiras para fazer com crianças de 2 a 3 anos

Resumo

Brincar junto e em família fortalece os vínculos afetivos e constrói memórias de infância que a criança levará para a vida toda. Veja essas dicas incríveis do nosso parceiro Tempojunto.
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